quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Polêmica dos pelados

Como já dito anteriormente, o Universo Paralello contava com diversos campings. Em cada camping existia uma área de banho, com duchas, e um banheiro para as necessidades fisiológicas. Eram diversos deles pelo festival.
Os banheiros eram secos, ou seja, ao invés de descarga existia um buraco profundo que armazenava os “fluídos”. Esse tipo de banheiros, mesmo parecendo estranho, é mais econômico e ambientalmente correto pois não polui a água. Já é utilizado em diversas partes da Ásia e é considerado o modelo de banheiro do futuro. Porém deve ser utilizado de acordo com padrões de higiene, senão pode causar diversos problemas.
Porém polêmica mesmo, foi o local das duchas.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Mais descobertas e mais curitibanos

Nosso segundo dia no festival começou cedo. O sol nos tirou da barraca. Não sabíamos que horas eram, e nem queríamos saber. Sabíamos só que aquele dia seria especial pois era o dia em que o Criolo faria show no festival. Melhor ainda seria cruzar com ele no festival e poder dizer para ele VOCÊ É FODA!

Primeiro dia de festival. Sem hora e data


Após resolvidos os entraves das entradas com a Camila, estávamos liberados para entrar no Festival. Já na fila de retirada da pulseira encontrei Camila, chamada por mim de Camilinha, que também é de Curitiba e uma grande amiga. Que bom encontrar meus amigos no festival. Curitiba é tão pequena que até na Bahia nos encontramos.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Primeiro contato com o Universo Paralello

Bom, o dia 27 de dezembro mal raiou e nós já estávamos de pé. Até por que nossa noite tinha sido péssima e não tínhamos conseguido dormir nada. Mas mesmo cansados, a ansiedade era grande e queríamos logo entrar no Universo Paralello.

Partiu Bahia


No dia 25 de dezembro acordamos cedo, ansiosos para cair na estrada. Tínhamos mais de 1.700 km para rodar até Pratigi, praia que faz parte da Costa do Dênde na cidade Ituberá na Bahia. Decidimos rodar até que o dia terminasse para, a noite descansarmos. Pelas contas iriamos dormir em Governador Valadares em Minas Gerais.
Caia uma chuva fina em Jundiaí. Nada que nos desanimasse, pois, sabíamos que dali a menos de dois dias estaríamos na terra do sol, do calor e da alegria. Fomos aos poucos organizando as bagagens no porta-malas do carro. As malas estavam realmente grandes e ainda estávamos levando bastante comida para o trajeto.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Natal sem família


Chegamos a casa de Felipe na madrugada do dia 24. O primeiro a nos recepcionar foi Thor, um pinther cheio de energia. Logo após, a mãe de Felipe acordou para nos conhecer. Nos apresentamos e ela nos deixou a vontade.
- Sintam-se em casa. O banheiro é ali ao final do corredor. Tem esse sofá para vocês dormirem. Eu vou pra cama dormir pois já é tarde, amanha nos falamos. Boa noite.

Primeira carona

Na sexta feira anterior a nossa partida, dia 20 de dezembro, meu irmão decidiu, de última hora, nos acompanhar na viajem. Como já tínhamos carona certa e estava sobrando lugar, estava tudo fluindo para que ele fosse junto.  A dupla de viajantes virava agora um trio. 
No domingo, 22, fomos dormir na casa do Fábio para ajeitar os últimos detalhes e também para podermos ter acesso mais fácil ao terminal do Guadalupe, também no centro. Nosso intuito era ir até o posto Cupim I que fica na BR 116 e de lá conseguir uma carona para São Paulo.