O domingo começou a nós já estávamos acordados nas cadeiras da rodoviária de Ilhéus. O guichê da empresa que fazia o serviço para Curitiba abriria logo mais as 7 hrs.
Estavamos famintos. Passamos na lanchonete da rodoviária. Nada sem carne. Porém nos informaram que ali na esquina tinha um local que vendia pão e queijo. O local era um simples armazém. Lá, compramos pão, queijo e algo para beber. Ele nos forneceu pratos e talheres. Um café da manha digno demais na nossa situação.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Último dia de festival
Acordamos antes do sol nascer e corremos para a praia. Ficamos lá, admirando. Logo mais encontramos Marcelo, Ana e Luã. Curtimos o início da manha juntos. Tomamos um sol, conversamos e caímos no mar. Depois fomos dançar um pouquinho no 303. O calor estava muito forte. Eu dançava uns minutos e já caía no mar.
O segundo dia do ano e a beleza das crianças
Porém, acordamos muito aliviados.
sábado, 18 de janeiro de 2014
O retorno e a passagem inesperada por Camamu
Ainda na Santa Casa de Valença nos ficamos esperando o resultado do exame de sangue. O dia tinha sido muito movimentado, porém, existia um sujeito que parecia estar numa boa.
Esse sujeito era o Doutor Orlando. Um baixinho calmo e sereno. Ele vinha olhava, analisava, olhava de novo. Depois de algum tempo falava poucas palavras e saia. A aquela calma toda, escondia um médico super competente que atendia a todos com carinho e precisão.
Esse sujeito era o Doutor Orlando. Um baixinho calmo e sereno. Ele vinha olhava, analisava, olhava de novo. Depois de algum tempo falava poucas palavras e saia. A aquela calma toda, escondia um médico super competente que atendia a todos com carinho e precisão.
Primeira vez em uma ambulância e conhecendo a cidade de Valença
Nos primeiros segundos do ano de 2014, nos estávamos, eu Marcelo e Victor, na pista Mainstage curtindo a maior sonzeira. Porém cerca de 20 minutos após a virada, meu irmão começou a se sentir mal novamente. Talvez já tivesse passado o efeito dos remédios e o problema (que não tínhamos ideia do que era) tivesse voltado.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Último dia do ano
Acordei, pela última vez em 2013, com uma voz doce me chamando. Era Ana, minha fadinha de Curitiba. Ela veio me chamar na barraca, pois já estava acordada desde o nascer do sol.
Me levantei animada com mais um dia de sol e calor.
Demos uma olhada na programação do festival. Logo de manha ia acontecer uma atividade na tenda de cura. Eu e Ana fomos até lá, e os meninos foram para outro canto.
Me levantei animada com mais um dia de sol e calor.
Demos uma olhada na programação do festival. Logo de manha ia acontecer uma atividade na tenda de cura. Eu e Ana fomos até lá, e os meninos foram para outro canto.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
A vida que eu pedi a Deus
A segunda- feira, dia 30 de dezembro, últimos resquícios do ano de 2013, não poderia começar melhor. O ano de 2013 é considerado um ano místico, de abertura de portais, ou seja, renovação. Lá na Bahia eu estava certa que de sim, eu tinha recebido muitas graças nesse ano, inclusive pelo fato de poder estar lá, naquele lugar maravilhoso.
Acordei com os primeiros raios de sol, deveriam ser no máximo 6hrs devido a posição do sol. Tentei acordar meu irmão para dizer o que iria fazer, pois como lá não tínhamos sinal de celular, se desencontrou já era. O local é grande demais. O mesmo, não acordou por nada, então me mandei.
Tomei uma ducha e fui até a tenda Bambu Multicultural, no qual rolavam as atividades de yoga, dança, música e cura. Cheguei na hora certinha que começava a yoga. Um casal ministrava a prática.
Tomei uma ducha e fui até a tenda Bambu Multicultural, no qual rolavam as atividades de yoga, dança, música e cura. Cheguei na hora certinha que começava a yoga. Um casal ministrava a prática.
Assinar:
Postagens (Atom)